Reconhecimento, mercados e o mapa metrô
Como o reconhecimento é delimitado por mercado ou mundialmente, como o mapa metrô sinaliza a cobertura de reconhecimento por disciplina e o vínculo de evidência item-credencial.
O reconhecimento nem sempre é global. O reconhecimento de uma entidade pode se aplicar a um mercado específico — um país ou uma região definida — ou mundialmente. O RPF respeita esse escopo no selo, no modelo de credencial e no sinal de cobertura do mapa metrô.
Esta página é para profissionais lendo o mapa metrô, administradores registrando reconhecimentos com escopo de mercado e qualquer um que queira entender como os sinais de reconhecimento se propagam.
Mercado ou mundial
Cada registro de reconhecimento ou se aplica a um mercado específico, ou é explicitamente registrado como mundial.
O reconhecimento se aplica a uma jurisdição. O selo e o modelo de credencial aparecem no contexto desse mercado — um leitor em outro mercado não vê nada para este registro.
O reconhecimento se aplica em todos os lugares. O selo e o modelo de credencial são exibidos em cada mercado em que a função em si é publicada.
O sinal de cobertura do mapa metrô
No Mapa Metrô de Transformações, cada disciplina carrega um sinal de reconhecimento — à primeira vista, quantas de suas funções são apoiadas por uma entidade.
Por disciplina, o mapa metrô mostra a proporção de funções formalmente publicadas dessa disciplina que carregam pelo menos um reconhecimento ativo. O denominador é as funções formais da disciplina; reconhecimentos em perfis e fluxos aparecem nessas entidades, mas não contam para o sinal de função por disciplina.
O sinal é somente leitura e segue o mesmo portão do selo: um reconhecimento só conta quando seu registro está ativo e a função à qual se anexa é formal.
Evidência item-credencial
Uma segunda relação — diferente do reconhecimento — conecta itens de competência às credenciais que ajudam a satisfazer.
Os requisitos de evidência de uma credencial são escritos em linguagem simples no registro de reconhecimento. Para torná-los concretos, um administrador conecta itens de competência individuais às credenciais que eles ajudam a satisfazer. Trabalhando em um item, o RPF registra qual credencial ou credenciais ele suporta; trabalhando em uma credencial, o RPF mostra os itens que a satisfazem.
A conexão é bidirecional e visível dos dois lados. Um profissional lendo um item de competência pode ver que ele contribui para uma credencial reconhecida. Um emissor baixando um modelo vê os itens concretos por trás dos requisitos de evidência da entidade.